Segunda parte do artigo especial As Lendas de Zelda. Os dossiês continuam com Link’s Awakening, Ocarina of Time/Master Quest, Majora’s Mask, e os gêmeos Oracle of Ages e Oracle of Seasons.
The Legend of Zelda: Link’s Awakening
[Game Boy – 1993]
[Game Boy Color – 1998 (DX)]

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O Despertar de Link foi lançado originalmente em 1993 e relançado para o Game Boy Color, em 1998, com vários elementos extras, dentre eles um labirinto colorido e um aplicativo para imprimir fotos com o acessório Game Boy Printer. O jogo possui muito em comum com um título japonês chamado Kaeru no Tame ni Kane wa Naru, pois foi desenvolvido usando a mesma base de programação. Foi dirigido por Takashi Tezuka, que trabalhou no Zelda de Super Nintendo e dirigiu também Super Mario Bros 3.
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Diz-se que Link decidiu viajar pelo mundo em busca de aventuras para tornar-se mais forte. Certo dia, no oceano, uma forte tempestade sacudiu o barco dele até naufragar. Às margens de uma ilha, Koholint, a embarcação estava completamente destruída e Link, desacordado na orla, foi resgatado por uma garota que passeava pela areia.
Depois de um longo sono, Link desperta em uma casa, aos cuidados de Marin, sua salvadora. O pai dela, Tarin, conta que monstros insaciáveis andam pelo local e dá a Link seu escudo para que possa buscar por a espada.
Quando recupera a espada no litoral, uma misteriosa coruja aparece e narra o que Link deve fazer para poder sair da ilha: acordar o Wind Fish – que criou a ilha em seu sonho.
O dilema consiste em, quando o Wind Fish for acordado, toda a ilha desaparecerá…
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O original, para Game Boy, teve análises positivas. Em uma retrospectiva, a revista EGM disse que Link’s Awakening “é o melhor jogo de Game Boy, uma aventura interessante e épica da qual podemos esquecer o triste final”. O Washington Post declarou que a Nintendo criou uma “lenda que cabe na palma das mãos”, reclamando apenas da falta de cores e dos controles.
O remake colorido foi melhor ainda, ganhando uma nota perfeita do site IGN, e dele citaram as adições como “elementos novos bem significativos”. A trilha sonora, nova, também foi uma excelente surpresa.
O jogo, para um portátil, trouxe uma aventura digna de um console grande e possui uma história maravilhosa, que merece ser conhecida. [em uma nota particular do autor, gostaria de ver um remake deste jogo antes de Ocarina ou Majora's]
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Foi o primeiro Zelda em um portátil, o primeiro a não se passar em Hyrule e, conseqüentemente, o primeiro a não ter uma princesa Zelda. Só pela quebra de paradigmas vale a conquista. O pequeno Game Boy fez bonito: labirintos de tamanhos diversos e, no remake, mais um colorido. Quando o jogador perder toda a vida, ele volta à última porta que Link atravessou.
Também se adicionou, além da aventura principal, várias side-quests e mini-games. Por exemplo, existem pequenas conchinhas escondidas pela ilha Koholint para serem recolhidas e no final levadas para um lugar especial e receber uma espada mais forte. Foi o primeiro Zelda a ter uma seqüência de troca entre itens dos personagens.
Permitia que itens da loja fossem roubados, mas se voltasse para a loja era morte na certa: o nome ficaria como ‘Thief’ [ladrão] pelo resto do jogo. Deu a habilidade de pular a Link e momentos em side-scrolling. Itens são necessários para evoluir na aventura e passar labirintos. Para tanto, o botão A ou B, poderia receber qualquer item. Apareceu pela primeira vez a pescaria, voar com o Cucco [galinha], e o aprendizado de músicas especiais por uma certa ocarina.
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É um dos Zelda que mais possuem cositas escondidas de humor e referências. Muitos personagens de outros jogos Nintendo dão o ar da graça.
- Um Chomp-chomp, de Super Mario Bros. 3, aparece domesticado em Mabe Village com o nome de Bow-Wow. Ele até ajuda Link em um determinado momento. Existem espécimes menores pela vizinhança. Apareceram em A Link to the Past.
- Muitos outros inimigos de Mario aparecem pelo jogo, entre eles: Goombas, Thwomps, Boos, Cheep-Cheeps, Bloopers, Pokeys, Bob-Ombs, Shy Guys, Piranha Plants, Podoboos e Sparks.
- A princesa Peach, de Mario, aparece em uma fotografia enviada pelo Mr. Write.
- Yoshi aparece como um boneco. É o primeiro item na seqüência de t rocas.
- Wart, da versão americana de Super Mario Bros. 2, aparece na caverna em baixo do labirinto da placa, com o nome de Mamu. Super Mario Bros. 2 também se passava em um sonho, e estes são os únicos games nos quais Mamu aparece. Coincidência?
- Na Eagle’s Tower existe um inimigo chamado Anti-Kirby que tenta sugar Link.
- Richard, um personagem do jogo Kaeru No Tame Ni Kane Wa Naru faz um pacto com Link pela Slime Key. O tema do jogo japonês toca na vila de Richard.
- Mr. Write, personagem baseado no criador de The Sims, faz uma aparição no troca-troca de itens. O tema de Sim City toca em sua casa.
- Tokata’s Song pode ser ouvida após esperar dois minutos e meio na vila de Richard. Ela veio de um jogo chamado X e em outros jogos compostos por Kazumi Totaka.
- Foi o primeiro Zelda a ter alguém apaixonado por Link, mesmo que Marin fosse apenas uma criação da imaginação!


The Legend of Zelda: Ocarina of Time / Master Quest
[Nintendo 64 – 1998]
[GameCube – 2002 (Master Quest), 2003 (Collector’s Edition)]
[iQue – 2003]
[Wii Virtual Console – 2007]

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Antes conhecido como Zelda 64, Ocarina do Tempo foi lançado no mesmo dia do PlayStation 2 – 23 de novembro de 1998. Isso três anos após sua primeira aparição na SpaceWorld de 1995. A Nintendo tinha planejado o game para o Nintendo 64DD [o drive de CDs do Nintendo 64], mas, com o fracasso do periférico, optou pelos cartuchos. Algumas semanas antes de chegar às lojas, havia uma preocupação de que esta lenda poderia ser curta demais, tudo por que alguns programadores disseram que conseguiam terminá-la em menos de sete horas. Após seis anos sem um novo jogo, chegou a hora de conhecermos o elfo vestido de verde nas três dimensões. Foi capaz de manter os velhos ingredientes dos jogos em 2D. Os sortudos que fizeram a pré-compra levaram uma caixinha adesivada com Collector’s Edition e o cartucho dourado, seguindo a tradição do Nintendinho. A procura foi tão grande que a loja Electronics Boutique parou de fazer pré-vendas 20 dias antes do lançamento e muitos duvidavam que a Nintendo tivesse produtos suficientes para os consumidores.
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Tudo começa com Ganondorf, o rei dos Gerudos, em sua busca incansável pela Triforce (sério, o cara não desiste). O garoto sem uma fada, Link, sofre com seus pesadelos e, após receber a parceira-fada Navi, parte para se aventurar por Hyrule. Ele encontra a princesa Zelda, e ela lhe diz que não acredita nas intenções de Ganondorf com o reino. Link sai do castelo com a missão de abrir o Templo do Tempo e obter a Triforce antes que o vilão a consiga.
Ele até chega ao Sacred Realm. Contudo, ao retirar a Master Sword do pedestal, a passagem do Templo do Tempo ficou aberta também para o vilão. Por ser criança demais, nosso herói passa sete anos congelado no tempo – até ter a idade para empunhar a espada. Enquanto o tempo passou, Ganondorf deu conta de encontrar o triângulo sagrado – que se dividiu em três partes pelo desequilíbrio entre Poder e os outros dois atributos, Sabedoria e Coragem. Assim dominou Hyrule até o dia no qual Link pôde voltar, com 17 anos, de seu sono. Então, em uma jornada gigantesca por seis templos principais, ele deve despertar os sete Sábios [Sages] para derrotá-lo e, finalmente, selá-lo no Sacred Realm.
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Assim que o game saiu, Shigeru Miyamoto disse que esta era a primeira parte na história da série. Esclarece a várias perguntas sobre a criação de Hyrule e deu mais consistência ao enredo – finalmente uma produção milionária para firmar Zelda como uma das melhores franquias. Estabeleceu regras sociais entre Gerudos, Hylians e demais raças.
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Me diz, como eu falo sobre o espaço que esse game ocupa na história? Foi antecipadíssimo, com vendedores cancelando pré-vendas, hoje, muitos gamerso consideram o melhor jogo que a humanidade já viu, deu conta de ser eleito melhor jogo do ano em apenas 30 dias, desbancou um console da próxima geração e o fortíssimo Metal Gear Solid. Ou seja, fica difícil falar sobre ele sem pagar muito pau. Foi algo tão espetacular que sempre aparece no pódio de listas dos melhores jogos de todos os tempos e foi o primeiro game a conseguir a nota perfeita, 40/40, da crítica revista japonesa Famitsu. Na edição da Nintendo Power de 2006, foi aclamado o melhor jogo que já saiu em um console Nintendo.
Na parte técnica, fomos apresentados ao grande continente de Hyrule, a aventura com o Link criança já daria um jogo, e quando ele fica adulto descobrimos que era apenas o começo. No total são nove templos para destrinchar, muitos pedaços de coração, side-quests (como procurar por 100 aranhas douradas por todo o mundo), e vários mini-games.
Mais importante ainda, foi a transição da franquia com estilo top-down para o universo tridimensional. Gráficos espetaculares para a época e uma trilha sonora de fazer chorar em perfeita sintonia com os cenários. Se você for um gamer que se preza, nem preciso falar que o jogo foi um sucesso, talvez o maior deles.
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- Possui programação completa das naves de StarFox como inimigos (possíveis de se acessar com códigos de gameshark);
- Algumas notas da música tema do Temple of Fire foram mudadas nas versões mais recentes, pois possuíam uma sonoridade mulçumana e a Nintendo não queria que ninguém se sentisse ofendido;
- Zora’s Domain seria descongelado, mas por causa do curto espaço de tempo até o Natal foi preciso correr e entregar do jeito que estava;
- Também sairia com uma segunda busca, a Master’s Quest, que viria apenas no disco para GameCube e, mais tarde, no Wii Virtual Console;
- A Stone of Agony, um item que pode ser recuperado, tem o formato de um Rumble Pack e, se dispor do acessório, ele vibrará em lugares especiais;
- Malon, no rancho, possui um pingente de Bowser!
- Não fosse o bastante, no castelo de Hyrule existem quadros de Mario e Yoshi;
- Usando a Máscara da Verdade nas Gossip Stones (que informam horas), mensagens misteriosas podem ser lidas, algumas delas dizem que Link pertenceria à família real de Hyrule e questionam se Caepora Gaebora seria um sábio ou Ganon;
- A melhor frase de todas entre as Gossip Stones diz que os verdadeiros jogadores de Zelda jogam com o botão-Z (ou L) pressionados, e não dando cliques para marcar e desmarcar um inimigo. Foi mal aê!


The Legend of Zelda: Majora’s Mask
[Nintendo 64 – 2000]
[GameCube – 2003 (Collector’s Edition)]

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A seqüência chegou rápido: dois anos depois, em novembro de 2000. A espera foi curta por que o game usa a mesma programação de seu antecessor (acrescentando melhorias gráficas, cinematográficas e a construção de um novo mundo). Foi bastante esperado por fãs ávidos após o efeito Ocarina. Antes de seu lançamento, era conhecido como Zelda Gaiden, algo traduzido como ‘a história paralela de Zelda’. Todas as cópias de Majora’s Mask vieram em cartuchos dourados, mas os sortudos que fizeram a pré-compra receberam um adesivo holográfico. (que novidade!)
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A narrativa da Máscara de Majora segue os acontecimentos de Ocarina of Time e dispõe do mesmo Link criança. Enquanto viajava na busca de uma amiga inestimável [provavelmente a fada Navi], em Lost Woods, ele é atacado por um Skull Kid e acidentalmente entra no mundo paralelo chamado Termina, o qual será destruído em três dias pela lua que cai sobre ele. Link deve voltar várias vezes no tempo para reviver os três mesmo dias repetidamente enquanto tenta desfazer todo o mal criado pelo Skull Kid através da máscara de Majora. No fim, deve impedir o juízo final de Termina quando detiver a lua.
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Adicionou o conceito de voltar sempre nos mesmos três dias, o que provocou reações boas e ruins entre fãs. Este é o Zelda que podemos definir como ‘ame-o ou deixe-o’. Talvez pelo fato de ter gerado tanta expectativa positiva depois de Ocarina of Time, o jogo tenha frustrado alguns, mas não deixa de ser uma grande obra de arte.
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Não tem princesa Zelda, nem Ganondorf e muito menos Hyrule. Nossa princesinha loirinha até aparece bem rapidinho. O jogo é um Zelda independente. Manteve o estilo gráfico de Ocarina of Time, mas mudou todo o conceito artístico para algo parecido com ‘uma viagem psicodélica pelas capas de discos do Pink Floyd’. Os cortes cinematográficos são embaçados e a atmosfera, sombria. Temas, como morte e tragédia, são tratados de forma nunca vista antes e sempre paira o medo do apocalipse enquanto a lua gigante lentamente desce sobre Termina.
Vieram algumas mudanças na jogabilidade e a chance de usar máscaras para se transformar em Zora, Goron ou Deku – três raças da série, cada uma com uma habilidade especial. Tem também outras 21 para se colecionar e com propriedades especificas. Uma delas é especial, a Fierce Deith’s Mask, deixando Link assustadoramente forte. A seqüência final fica mais completa quanto mais máscaras tiver.
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- A revista Edge disse que este é o Zelda mais estranho, escuro e triste que existe;
- Usava o cartucho de expansão de memória do Nintendo 64 para comportar tantas texturas;
- Em muitos lugares, como o golfinho antes do observatório, existem referencias ao console Nintendo que viria, na época conhecido como Dolphin;
- Link, Epona, o vendedor de máscaras e o SkullKid são de Hyrule, e provavelmente as fadas Tatl e Tael;
- Existe uma briga por quem seria o amigo inestimável pelo qual Link teria ido buscar em Lost Woods. Seria Saria ou a fada Navi? Meu irmão acredita até que possa ser o próprio SkullKid!
- Por falar no vendedor de máscaras, ele não apaga o sorrisinho indecente da cara nem quando a lua cai e muito menos quando vê que o Link tá todo fud..


The Legend of Zelda: Oracle of Seasons
The Legend of Zelda: Oracle of Ages
[Game Boy Color – 2001]

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Estes games gêmeos saíram simultaneamente para Game Boy Color em 2001. Foram desenvolvido pela Flagship/CAPCOM em parceria com a Nintendo, ou seja, totalmente supervisionados por Miyamoto-san.
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As irmãs Twinrovas, de Ocarina of Time, voltam para tentar reviver Ganon em duas aventuras diferentes. Em uma devemos mudar as estações do ano para resolver os enigmas, enquanto na outra viajamos pelo passado, presente e futuro.
Oracle of Ages
Link estava quase tocando a Triforce quando uma voz o chamou. Foi transportado para uma floresta na qual encontrou uma mulher deitada no chão. Prontamente percebeu que era a babá da princesa Zelda, Impa. Quando acordou, ela disse que havia uma cantora na floresta e que ele deveria procurá-la.
Finalmente encontraram a jovem Nayru e ouviram sua música quando, de repente, uma risada maligna de Impa interrompe a cantoria. Uma sombra sai da babá e se revela como Veran, feiticeiro das sombras. Ele sobrevoa Nayru e ambos desaparecem em um piscar de olhos.
Nayru é o oráculo das eras em Labrynna e quando foi seqüestrada por Veran o tempo entre passado e presente ficou descontrolado.
Oracle of Seasons
Link esteve próximo de alcançar a relíquia sagrada quando foi transportado para um lugar diferente. Lá conheceu Din. Havia uma festa e dela participou, mas o céu escureceu e trovejou enquanto alguém falava. Onox, General da Escuridão, discursou e disse que Din era o oráculo das estações.
Após o falatório, as nuvens se aglomeraram e levaram Din para as alturas escuras. Quando o tornado sumiu, as estações em Holodrum ficaram fora de ordem, mudando rapidamente.
Link deve pegar o Cajado das Estações, um item poderoso escondido no mundo Subrosia, onde o templo das Estações estaria escondido. Quando empunhado, tem o poder de alternar entre verão, outono, inverno, e primavera.
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A tentativa original era de adaptar o primeiro game, do Nintendinho, para o GBC. No meio do trabalho, decidiram fazer uma trilogia nova que seria chamada Saga da Triforce. No entanto, o sistema de senhas entre três jogos era cheio de problems e Miyamoto sugeriu diminuir a saga para dois jogos apenas. Oracle of Ages é mais orientado para puzzles, e Oracle of Seasons é voltado para ação.
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Interagem através de passwords ou por cabo Game Link: após completar um, o jogador recebe uma senha que permite jogar a continuação no outro cartucho, independente da ordem na qual se joga, um acontece depois do outro. Foram os Zeldas no Game Boy Color e são ótimos jogos. Também vale ressaltar a confiança da Nintendo na produção da CAPCOM – fortalecendo a parceria entre as empresas.
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- Foi criado um mangá com as histórias dos games. Nele, aparece Raven, um ancestral de Link que foi guarda da rainha no passado e os avós de Link teriam criado a Ralph.
- ALERTA DE SPOILER! – selecione o texto à direita para ler – Link ganha uma beijoca de Zelda no final!




